Colega da Procergs:
Gostaríamos de estar enviando uma mensagem de Feliz 2012, mas um fato novo surgiu. Confirmando o que temíamos, a “negociação” com a UNIMED ocorreu sem a participação efetiva dos trabalhadores, mesmo sendo estes os penalizados com a contribuição em todas as consultas médicas, inclusive as emergenciais.
O único comunicado dos gestores ao corpo funcional, em que até surgiram sugestões, foi batizado de: “Após um amplo processo de escuta, onde procurou ouvir a opinião das pessoas através dos Gestores da casa, …”.
Apesar de dois ofícios enviados à direção da empresa, solicitando reunião para tratar do tema, pois o plano de saúde é um item do Acordo Coletivo, não houve sequer resposta da Procergs.
Colega, que tratamento foi dado às tuas sugestões?
Predominou a ideia inicial apresentada da COPARTICIPAÇÃO, e que claramente torna o “amplo processo de escuta” uma formalidade.
Formalidade esta que também revela um grave componente: a decisão estava preconcebida. A representação dos trabalhadores certamente apresentaria proposições e então, criou-se a modalidade do “amplo processo de escuta” em uma única oportunidade.
O que faz a “DGP” a respeito?
Que tipo de tratamento está sendo dado “à alta incidência de consultas”? Pelo visto, o tratamento será pecuniário ou pedagógico.
Todos terão que pagar por um problema, ao nosso ver, administrativo e gerencial.
Colega, esteja atento, não permita que situações como esta tornem-se rotina.
Apoie as ações da Comissão de Trabalhadores e do sindicato.
Buscaremos as medidas cabíveis relativas à situação do Plano de Saúde.
CT Procergs e Sindppd/RS
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