Os trabalhadores da Procergs começam, amanhã (17/7), mais uma batalha na luta pela valorização da Procergs, seus serviços e funcionários. Trata-se da paralisação de 48 horas que reivindica que a direção da empresa avance em sua proposta aos trabalhadores, sem retirar direitos.
A atual proposta da direção da empresa oferece a reposição salarial reivindicada pelos trabalhadores, mas com condições inaceitáveis: que os trabalhadores retirem o dissídio da data-base 2007 da justiça (ou seja: que aceitem o zero de reajuste em 2007) e que abram mão, também, de alguns direitos conquistados em acordos anteriores. Sabendo da grande rejeição à sua proposta, percebendo que os trabalhadores estão unidos e que a mobilização é forte, a direção da empresa está tentando desmobilizar os funcionários pelos cantos, mas os trabalhadores da Procergs não se deixam dobrar por essas pressões. Nenhum trabalhador ou trabalhadora da Procergs está sozinho: a proposta da empresa foi rejeitada por unanimidade na última assembléia (ver post abaixo).
A Procergs e o governo do Estado têm o dever de repôr a inflação nos nossos salários, e está mais do que provado que condições para isto não faltam. Se o que falta é vontade política, a nossa mobilização é o que fará a diferença.
Chega de desrespeito, chega de oferecer uma coisa e tirar outra, chega de tentarem confundir pela pressão individual. Chega!
Nós somos a Procergs, nós é que fazemos esta empresa e nós somos muitos.
Vamos à luta!